sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Especial: Jogos para se jogar no Halloween!


Saudações caros leitores! Sejam bem-vindos a mais um post! Hoje, nessa véspera de Halloween (Ou Dia do Saci, como quiser), trago para vocês um especial sobre possíveis jogos para se jogar no Halloween. Sim, jogos relacionados ao tema, ou que remetem ao menos à essa data comemorativa. A lista, como é de se esperar, se baseia na minha opinião pessoal. E de certa forma, não trará todos os jogos que certamente algumas pessoas gostariam de ver. Porém, se você leitor quiser citar algum jogo do tipo, sinta-se a vontade na lista de comentários. Sem mais delongas, vamos lá!

Resident Evil 1 - 2 - 3 (PS1)


Teria forma melhor, do que começar essa lista com os três primeiros jogos da série Resident Evil, do PS1? Resident Evil foi sem dúvidas o título de Survival Horror mais notável do console. Trazendo uma excelente atmosfera e uma dificuldade bem trabalhada, o jogo foi um avanço no gênero de terror e trouxe várias características que continuaram por anos em outros jogos. Afinal, quem nunca se cagou com o primeiro zumbi? Ou melhor, quem nunca ficou com medo de ficar sem munição nas partes mais tensas?

Em Resident Evil 3 então, a situação conseguia ficar ainda mais complicada. Principalmente devido ao monstruoso Nemesis, que dava autos sustos ao jogador com suas chegadas inesperadas. Com certeza, um dos melhores jogos de terror da época.

Luigi's Mansion - 2: Dark Moon (GameCube & 3DS)


O que foi? A lista não está exclusiva somente aos jogos de Survival Horror. Os dois jogos da "franquia" Luigi's Mansion conseguem sim, de uma forma bem cômica, remeter ao Dia do Saci Halloween. Prova disso, é a cena de abertura de Luigi's Mansion 2: Dark Moon, que é uma óbvia referência ao filme Poltergeist, de 1982.

Os dois jogos, que trazem um alívio cômico bastante variado, bem como cenários sombrios e caça aos fantasmas (Ao maior estilo de Ghostbusters), são excelentes títulos do Marioverso, e não é a toa que estão entre os jogos mais populares de suas plataformas. Eles conseguem, além de divertir o jogador com as palhaçadas de Luigi, deixar o jogador tenso em momentos bizarros ou bem inesperados. De certa forma, são dois jogos recomendadíssimos para fugir da mesmice de sempre.

The Legend of Zelda: Majora's Mask (N64)


Porque não citar The Legend of Zelda: Majora's Mask, o jogo mais sombrio da franquia de mesmo nome? Este título, além de ser um dos melhores do Nintendo 64, é também, sem dúvida alguma, uma das melhores recomendações para se jogar no Halloween. O jogo traz uma atmosfera bem bizarra que, ao mesmo tempo que impressiona os jogadores, devido ao nível de criatividade feita nela, também deixa o jogador meio tenso. Até porque, aquele rosto da Lua não é nada amigável, não?

Ah, e fora as transformações das máscaras e a Trilha Sonora do jogo, que me deixaram com várias noites sem sono quando ainda era pequeno.


Demon's Crest (SNES)


Talvez um dos títulos mais obrigatórios para aparecer em uma lista de Halloween. Demon's Crest, da Capcom, é sem dúvidas um dos melhores jogos do Super Nintendo. O game mistura vários elementos de Mega Man e Ghost N' Goblins (Jogo que aliás, foi onde o protagonista desta história surgiu), bem como características únicas.

O tema de Halloween no game, é bastante presente. Inimigos macabros, como também cenários densos e escuros são fortemente mostrados no decorrer do jogo, e várias outras referências à essa época aparecem ao nível que o jogador prossegue. Certamente uma das melhores opções para se jogar.

Haunting Ground (PS2)


Haunting Ground foi um título obscuro lançado pela Capcom (Dominante dessa lista até agora) para o PS2. Obscuro porque, infelizmente, passou bem despercebido pelo público. Mas não se engane, é um ótimo título sim.

A mecânica dele funciona de uma forma semelhante à dos jogos da série Resident Evil, exceto pelo fato que não podemos atacar nossos inimigos aqui (E aliás, bota inimigos nisso). O jogo traz uma ambientação "gótica" muito boa, bem como faz jus ao gênero do Survival Horror. Caso queira saber mais, procure jogar o game, pois é um dos melhores títulos de terror que você pode achar da 6º Geração.

Obscure (PS2)


E aliás, falando em obscuro, Obscure de PlayStation 2 é um excelente título de Survival Horror. O jogo conta a história de um grupo de adolescentes, que procuram por seus amigos em uma escola totalmente cobrida pela escuridão. O game conta com a mesma mecânica da série Resident Evil, porém, os inimigos são bem diferentes. Eles são bem resistentes à tiros e pancadas, porém fracos à luz solar e luz elétrica. E devido a isso, há momentos em lugares escuros bem tensos de se passar.

O título conta com a novidade de um Multiplayer cooperativo, pouco visto em jogos do gênero. E além disso, também há a capacidade de se fundir armas, no qual proporciona novas maneiras de derrotar as criaturas do jogo. Caso você leitor, tenha um amigo ou irmão cujo adora jogar videogame, este é um título que você não pode deixar despercebido.

Jersey Devil (PS1)



E para terminar a lista, que tal falar sobre um jogo de plataforma? Jersey Devil foi um dos vários títulos do gênero lançados ao PS1, e bem como a maioria, passou despercebido (Afinal, era muito difícil competir com Crash Bandicoot e Spyro The Dragon, do mesmo console). Porém, mesmo sendo bem Underrated, é um bom game.

Ele traz uma forte ambientação de Halloween, desde abóboras, até ao próprio protagonista, cujo é baseado em um demônio (Apesar de que no jogo, ele parece um morcego mesmo). Apesar de não ser lá muito inovador, é um jogo que não pode faltar em uma lista dessa véspera de Halloween.

Gostou da postagem? Comente e deixe sua opinião. Críticas e sugestões são bem-vindas. Essa postagem termina por aqui caros leitores, até a próxima postagem! =D

E UM FELIZ DIA DAS BRUXAS A TODOS!!!

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

SMW - 2 Player Co-op Quest








Abaixo, segue-se o vídeo do Tomás, do canal "Neo TR Show", em que ele cita algumas hacks de Mario que são consideradas boas, por uma quantidade razoável de jogadores. Entre elas, ele também fala sobre "SMW - 2 Player Co-op Quest", conforme relatado na review acima. Confira, se desejar:





Obrigado por ler esta postagem e até mais!

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Analise: Sonic Generations


Saudações caros leitores! Finalmente estou de volta depois de 2 meses sem postagens. Hoje trago para vocês a analise de um jogo, que para ser sincero, já estava a anos planejando fazer um post. Sonic Generations, jogo lançado para o Xbox 360, PlayStation 3 Nintendo 3DS (No qual receberá uma analise separada futuramente) e PC em 2011 para comemorar os 20 anos da franquia Sonic The Hedgehog. Antes de mais nada, quero lhes avisar que o redator Kamek UGB voltará ao blog em breve com um post de seu quadro Pergunte ao Kamek. Sem mais delongas, vamos lá!


A história do jogo se inicia em um belo dia na Green Hill Zone, onde o Classic Sonic (O Sonic tão amado do Mega Drive/32X/CD) estava correndo livremente, até se deparar com uma criatura chamada Time Eater. Pulando a cena para um "futuro", vemos Modern Sonic (O Sonic que protagonizou os horríveis jogos de DreamCast e outros abismais da 6º e 7º Geração [Com exceção do Sonic Colors]) e seus amigos comemorando seu aniversário, até que o Time Eater, de forma inesperada, surge e coloca todos seus amigos em um "buraco de tempo". Sonic tenta reagir, mas é golpeado e fica inconsciente.

Após acordar em um lugar misterioso sem cores, Modern Sonic salva alguns de seus amigos passando por fases clássicas do Mega Drive (Mesmo que isso não faça sentido algum), e se depara com seu "eu" do passado, onde juntos irão salvar todos seus amigos e derrotar o Time Eater para corrigir o fluxo do tempo.


Como todos sabem, o Gameplay de Sonic Generations é dividido entre duas determinadas jogabilidades:

Classic Sonic: No qual possui um Gameplay semelhante aos dos jogos de 16-Bits e 32-Bits. Com ele, podemos dar o Spin-Dash e fazer todos os outros movimentos que o personagem fazia em jogos como Sonic The Hedgehog 2. Com ele, os clássicos monitores, bem como as bolhas, são usadas durante as fases.

Modern Sonic: Que se utiliza do mesmo Gameplay do Sonic Unleashed. Porém, aqui o Gameplay e o Level Design são muito melhores. Enquanto no Unleashed as fases eram nada mais do que correr para frente, aqui temos sessões de plataformas e vários caminhos alternativos para decorrer. Além de usar Homing Attack e o Boost durante as fases.

O jogo conta com apenas 9 fases. Sim, são muito poucas, mesmo que cada uma é jogada com um Gameplay diferente. Em cada fase, após completá-la com um Sonic, devemos rejogá-la com o outro afim de salvar um de nossos amigos. Isso é obrigatório para conseguir prosseguir no jogo. Aliás, o Game conta com 3 Eras: Era Clássica (Green Hill Zone, Chemical Plant & Sky Sanctuary), Era DreamCast (Speed Highway, City Escape & Seaside Hill [Mesmo que está não tenha surgido de um jogo do DreamCast]) e Era Moderna (Crisis City, Rooftop Run & Planet Wisp).

Uma vez que as fases foram todas remasterizadas, muitas delas também foram reimaginadas. A Crisis City, do Sonic 2006 por exemplo, sofreu várias mudanças (Desde o Level Design) para se adequar ao Gameplay Moderno do personagem. Inclusive, todas as fases com Gameplay Clássico, realmente soam como tal (Em outras palavras, realmente se parecem, como se tivessem vindo dos jogos Clássicos). A Rooftop Run, por exemplo, ficou excelente, com vários caminhos e interação sobre o cenário.

Além das próprias fases em si, em volta de seus Hubs (Lugar de acesso à fase), existem várias missões alternativas em volta delas (Como corrida contra Doppelganger, corrida contra outros personagens, terminar a fase em um determinado tempo e etc). Muitas delas, além de desbloquearem músicas, também desbloqueiam Key Bosses, que precisam ser coletadas para derrotar o Boss e assim, ir para outra Era.


Em compensação das poucas 9 fases, cada Era conta um Rival e um Boss. A Era Clássica, apresenta Metal Sonic (Do Sonic CD) e Death Egg Robot (Do Sonic 2), a Era DreamCast apresenta Shadow The Hedgehog (Sonic Adventure 2) e Perfect Chaos (Sonic Adventure) e a Era Moderna apresenta Silver The Hedgehog (O personagem veio do Sonic 2006, mas sua batalha em Generations não veio de lá) e Egg Dragoon (Com a diferença que não estamos [Felizmente] controlando o Werehog), bem como o Time Eater (Que traz um reviravolta no final). Praticamente, todas as batalhas sofreram mudanças drásticas em comparação à sua versão original.

Mas não pense que isso é ruim. Por mais que as batalhas sejam fáceis, muitas delas sofreram melhorias. A batalha do Perfect Chaos, por exemplo, que eu achava ridícula no Sonic Adventure pois só precisávamos correr para frente, aqui está muito melhor. Além de várias sessões de plataforma, o vilão nos manda vários tornados de água, bem como abismos no chão.


Os gráficos de Sonic Generations são lindíssimos. O jogo faz uso da Hedgehog Engine (O mesmo motor gráfico do Sonic Unleashed), que desempenha ótimos gráficos, tanto Cartoons, quanto realistas. Fases como Sky Sanctuary e Seaside Hil ficaram lindas nesse motor gráfico, com visuais e texturas de encher os olhos. City Escape, do SA2, também ficou muito bela, mesmo com sua ambientação mais "realista" (O que eu sinceramente, nunca gostei nos jogos).

A Trilha Sonora também é outro aspecto muito bom do Game. Várias músicas remasterizadas e versões diferentes para cada personagem (Isso é, o Classic Sonic tem um ritmo diferente nas músicas das fases, bem como o Modern Sonic). Confiram algumas delas:











Enfim, Sonic Generations é um ótimo jogo, tanto para a franquia, quanto para o gênero de plataforma. Ele pegou vários aspectos bons da série e juntou em um jogo só (Bem como corrigiu vários erros e fizeram deles decentes). Talvez, os únicos aspectos negativos sejam suas poucas fases e a dificuldade nada desafiadora. Porém, mesmo com esses erros, Sonic Generations ainda é um grande jogo que, junto ao Sonic Colors, veio para dar uma "luz" sobre a franquia que estava em trevas.

Prós:
  • Ótima jogabilidade com o Sonic Clássico, e uma jogabilidade bem decente com o Moderno.
  • Várias fases foram remasterizadas e outras reimaginadas de forma muito boa.
  • Gráficos espetaculares.
  • Batalhas contra Rivais e Bosses, como Perfect Chaos e Egg Dragoon, sofreram mudanças no qual tornou elas bem melhores do que suas versões originais.
  • O Level Design das fases, com vários caminhos secretos e alternativos, é ótimo.
  • Excelente Trilha Sonora.
Contras:
  • Muito poucas fases. Algumas como Marble Zone e Casino Night Zone (Que está somente na versão de 3DS do jogo) que ficariam ótimas no game, infelizmente ficaram de fora.
  • O jogo em si é muito fácil.
Nota: 8.0

Extra: Caso você leitor, já zerou o jogo, ou não pretende jogá-lo e não liga para Spoilers, confira este Walkthrough completo do Game:


Gostou da postagem? Comente abaixo, e não se esqueça de dizer sua opinião sobre o jogo. Criticas (Feitas com educação, é claro) e sugestões são muito bem-vidas. Essa postagem termina por aqui caros leitores, até a próxima postagem! =D

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Review - Muramasa : The Demon Blade

Saudações caros leitores...ops,essa frase é do Shadow Mario! XD
Olá leitores e leitoras,depois de anos apodrecendo no fundo do poço,eu venho aqui com mais uma postagem.
Essa postagem não vai ficar tão caprichada como deveria,pois faz muito tempo que eu não realizo uma,então por favor,qualquer erro ou imbecilidade minha,digam aí nos comentários.


O jogo da vez é o Muramasa : The Demon Blade,um jogo não tão falado pelo povão,mas muito elogiado pela crítica especializada.
E aí,qual é a dele?
Veremos abaixo.

Muramasa desde o começo já dá indícios que é completamente focado na era Feudal do Japão,e isso aparece não somente na história,mas também nos cenários e os personagens,onde vemos Samurais lutando,camponeses trabalhando,etc.

Por conta dessa proposta,o jogo ficou muito interessante,pois esse tema é raro de se ver em videogames,sendo que é mais comum em livros ou filmes.
Esse tema abriu vários leques de possibilidades para o design,a arte,e a trilha sonora do jogo.

 Repare que essa cena em Muramasa é uma referência direta à uma pintura muito famosa chamada "A Grande Onda de Kanagawa".Pra quem quiser baixar o Wallpaper em Full HD,o link tá na mão:

Muramasa é simplesmente um espetáculo graficamente e sonoramente.
Os ambientes são absurdamente detalhados,tudo se mexe fluidamente,o design dos personagens e dos cenários impressionam pela sua originalidade,principalmente os bosses (ou chefões,como preferir).

Ele faz Rayman Origins parecer um jogo simplório,pois além de possuir mais movimento nos seus cenários,e mais detalhamento,está rodando num Nintendo Wii,que é muito mais fraco que um PS3 ou Xbox 360 - note que essa comparação está sendo feita com a versão HD de Rayman Origins,e não com a versão de Wii.
É o jogo com melhor gráfico 2D que eu já vi,nos últimos tempos (nada derruba Yoshi's Island).

As músicas ajudam à complementar os gráficos do jogo.Enquanto os temas das batalhas contra bosses e inimigos normais nos empolgam,os temas das vilas nos relaxam.
Ouça só um bocado dessa trilha sonora:









Perceba que a maioria das músicas são variações de outras.

Entendeu o que eu quis dizer agora?
As músicas se casam perfeitamente com a parte gráfica do jogo.
Se não fosse essa trilha sonora bela,tudo ia ser sem graça.

Agora,é aqui que minha crítica começa realmente.

Muramasa é um Hack'n Slash com elementos de RPG.
Nele,você caminha pelos cenários,e encontra inimigos aleatoriamente,e é aí que as batalhas começam.

Elas são explicadas desde o início,aonde o jogo te joga um tutorial bem simples de ser completado.
Praticamente você só usa um botão nesse jogo,sendo que os outros dois são apenas complementos para os seus combos.
Um serve para quando sua arma estiver piscando,você muda para a outra,e esta corta tudo que está na tela,e o outro serve pra usar o especial da arma,que difere de uma para as outras.
Aqui que Muramasa começa a se perder...por que?
Porque não dá pra atingir um nível alto de satisfação com só um botão,por mais intuitivo que o combate seja - usamos apenas 5 tipos de ataque durante todo o jogo,sem contar que um ataque desses é um sistema de parry/contra-ataque.
Sabe,chega uma hora que você simplesmente enjoa desse sisteminha,que não é simples,mas sim simplório.
Você tem uma sensação de que o jogo te entrega mil e uma possibilidades de combater,desde o início,mas essa sensação se vai logo que você completa todos os combos,o que não demora muito para acontecer.
Mais pro final você já não está aguentando mais jogar,tamanha a repetitividade.
O que pode te levar pra frente são justamente os principais elementos dele : os gráficos e a trilha sonora.


No mais,caminhar pelos cenários,sem um sistema de Warp ou Teletransporte,é chato demais.
O "vá desse ponto X até ponto Y" pode durar bastante tempo,e vão vir inimigos pra tentar deletar essa chatice que é ficar andando e andando sem fazer nada.Ele somente te oferece esse sistema depois que você zera...aí nem adianta mais.


Eu destaco o sistema de forjar armas,que exige almas (que são coletadas ao se matar inimigos,ou são coletadas pelo cenário que estão cheios delas),e uma certa quantidade de Força ou seja lá o que for.
Apesar de ter um sisteminha de Level,não é possível distribuir atributos para seu personagem,portanto,as distribuições são aleatórias.

Os itens ajudam muito na hora da batalha,pois dão certos "ups" na suas armas,recuperam sua vida e status,ou geram algum ataque contra o inimigo.

Fapeiros vão gostar desse jogo.
Estes mesmos itens podem ser adquiridos em vilas,aonde existem vendedores,ou especificamente falando dos itens que recuperam a sua vida,fazendo receitas,que é outro ponto muito legal de Muramasa.
Pra fazer as receitas você precisa de ingredientes e livros de culinária,que também são vendidos pelos mesmos vendedores.


As batalhas contra os bosses também merecem destaque aqui pois são bem memoráveis.Eu não me lembro de quais bosses exatamente eu enfrentei,mas me lembro que as batalhas foram inesquecíveis.

O fator replay de Muramasa não é dos melhores.O que faz ele melhorar uma certa quantidade,é a possibilidade de se jogar com dois personagens,que possuem jornadas distintas,com histórias,bosses,inimigos,e áreas diferentes.
Enquanto a campanha de Momohime é mais focada na ação frenética,a campanha de Kisuke tem batalhas mais calmas e com alguns mínimos "puzzles",digamos.
Ambas possuem quase a mesma duração.

Por fim,digo que Muramasa é extremamente fácil.
Mesmo na dificuldade Shura,que é a mais alta (tirando a que é desbloqueada ao se completar as duas campanhas),o jogo não te dá muitas partes desafiantes.
Eu joguei de boa até o final,tendo dificuldade somente em um boss do jogo (esse sim eu demorei pra matar).

Conclusão:

Muramasa The Demon Blade é artisticamente belo,mas falha gravemente na sua jogabilidade,que está longe de ser ruim,porém é muito repetitiva,mesmo com as batalhas memoráveis contra os bosses.
Bem que poderia ter uma sequência corrigindo todos esses erros.Bom,infelizmente,não teve.
Portanto,se você não liga nem um pouco pra repetitividade e gostou do estilo artístico,esse jogo é
RECOMENDADO.
Caso contrário,eu NÃO RECOMENDO.

E eis que a postagem acaba.
Gostaram dela?
Concordam comigo?
Discordam?
Querem dizer algo além disso?
Escreva aí nos comentários.

Um abraço à todos,e até a próxima.

EXTRA: